Run in. Run out.

As corridas/provas não se resumem ao dia em que vamos correr, colamos um número na barriga, a estrada está por nossa conta e há um chip que vai controlando os nossos tempos. São mais do que isso. Há provas que têm um ambiente especial, que têm um percurso mais interessante, que têm uma causa que nos diz alguma coisa, que são o nosso objectivo anual… um sem fim de razões que nos levam a escolher aquelas e não outras. No meu caso, gosto de repetir as provas em que fiz “bons tempos” (por “bons tempos” leia-se, não chegar em último ou quase), provas em que fiquei a um minutinho de bater um record pessoal e aquelas que estavam mesmo bem organizadas e tudo correu bem (verdade seja dita, há muitas provas míticas que não entram neste leque). Mas este ano quero aproveitar e fazer um dois em um, isto é, fazer provas que nos levem a conhecer novos destinos e a trilhar novos percursos. Por um lado, é sempre um programa em família que dá imenso gozo, seja porque a miúda vai a dormir no carrinho enquanto a vamos empurrando, seja porque a posso ouvir dizer “força mãe” e “força ti’Mómó” quando estamos a chegar à meta (não necessariamente por esta ordem, mas isso agora não interessa). Por outro lado, correndo essencialmente entre Oeiras e Lisboa, acho que já conheço a Marginal de trás para a frente e sabe bem ir mudando de ares.

Para saberem por onde vamos andar, vão ali ao calendário de provas e se quiserem conhecer outros percursos porreirinhos de corrida, tanto aqui neste pedaço à beira mar plantado, quanto fora de portas, vão estando atentos às novidades na nossa secção Running around.